“Se me amais, guardai os meus mandamentos”
João 14:15
   
           
 

 

QUERIDO IRMÃO, como é bom falarmos de uma fase tão importante para nossas vidas. Analisamos o desenvolvimento histórico, os anseios da sociedade na busca da proteção ao idoso, a preocupação do Estado e a legislação pertinente, entretanto, nada disso produzirá um resultado se não houver um querer. É preciso, primeiramente, que cada idoso ame a si próprio. E de que forma? Cuidando de sua higidez física e mental, buscando alternativas, vencendo barreiras, conscientizando-se de que podem. Necessidades e adequações existem em quaisquer idades. Se um jovem não se cuidar, poderá se transformar num idoso, mas este se cuidando poderá transformar-se num jovem, isto sem contar com a experiência de vida, onde devemos buscar muitas de nossas inspirações.


Trago para vocês algumas colocações que apresentei em minha monografia para a pós-graduação, recentemente concluída, e cujo tema escolhido foi sobre o Estatuto do Idoso, apaixonada que fiquei por pessoas que considero tão especiais.


No código de Hamurábi, guardado no Museu do Louvre, numa estela com 282 artigos, encontramos várias disposições quanto ao direito dos idosos.


Havia também na sociedade primitiva, ante a fragilidade decorrente da idade e doenças desenvolvidas, uma proteção ao idoso onde eram atendidos com prioridade pois serviam-no em primeiro lugar e com os melhores pedaços de caça, e aqui abro um parêntesis para dizer-lhes que tal fragilidade e doenças que muitos idosos desenvolvem, são frutos do abandono que fazem a si mesmos, não buscando acompanhamentos e orientações com pessoas especializadas para tal.


Também em legislação anterior ao Código de Hamurábi, cujas tábuas encontram-se no Museu do Louvre, havia princípios em que o filho que renegasse seu pai poderia ter a mão cortada ou era vendido como escravo.


A preocupação com o bem estar do idoso é uma constante em nossas vidas.

 

A paz de Cristo


Irmã Celeste Titillo

 


   

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